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“O futebol é feito de eficácia e não a tivemos”

Foto: Twitter de Futebol365

Declarações no final do jogo Boavista-Vitória SC (0-0), da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol:

Luís Castro (treinador do Vitória SC): “Há um sentimento de desilusão quando terminamos um jogo destes, quando fomos superiores a nível ofensivo e defensivo e não se conseguem aos três pontos. A forma como estivemos em campo, determinados, com uma ambição enorme, permitiu-nos ter sempre a baliza do adversário como alvo.

Por vezes, temos o jogo dominado e não chegamos às situações de golo. Na primeira parte, quisemos cruzar muito rápido, rematar muito rápido. Na segunda parte, conseguimos circular com alguma profundidade, reagir à perda com as linhas altas. O Boavista não foi uma equipa que se limitou a defender, também saiu com qualidade para a frente.

O futebol é feito de eficácia e não a tivemos na criação dos momentos de finalização. Os árbitros têm o direito de falhar e não os podemos penalizar por isso. Os jogadores jogam por mérito e é só isso que conta para mim, o trabalho diário. É natural que nós tentemos descobrir as falhas da equipa e vamos sempre descobri-las, porque não há nenhuma equipa perfeita.

Os adeptos não precisam dos meus elogios, porque eles sabem disso. A maior desilusão está do nosso lado, porque quando sentimos os adeptos a apoiar desta forma não há qualquer hipótese de sair desiludido deste campo. Os adeptos e os jogadores mereciam a vitória. Os aplausos, só aumentam a nossa responsabilidade”

Jorge Simão (treinador do Boavista): “Resultado justo, porque houve oportunidades de ambas as equipas. O empate poderia ter sido com golos. Desde que eu conheço o futebol, os treinadores são os responsáveis pelos resultados. Foi um jogo muito intenso, de alta rotação. Ambas as equipas, em certos momentos de jogo, abusaram da bola no ar. Fizemos remates perigosos, poderíamos ter marcado um golo. Um empate com golos era o mais adequado ao desenrolar do jogo.

O Rochinha tem feito um percurso ascendente no futebol português. Ele está ainda a tempo de chegar a um nível alto. É preciso mentalidade competitiva, o que demora alguns anos a confirmar ou chegar a esse patamar. Tem marcado pontos e cimentado uma posição no nosso clube.

Gostei da resposta do Rafael Costa. Na planificação da temporada, e na preparação do plantel, o mais expectável era que o David Simão saísse e o Rafael foi recrutado nesse sentido. É um jogador que tem vindo a construir uma posição na equipa. O Obiora tido um percurso marcado por lesões e é um jogador à semelhança do Rochinha. Fazia crer que ia sair um jogador para outros voos. Aquilo que espero dele é que as lesões não o perturbem. O Boavista é o clube perfeito para relançar a carreira”.

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