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Abel fala de Dyego e Xadas

Declarações após o jogo da 13.ª jornada da I Liga de futebol entre SC Braga e Feirense (4-0), hoje disputado em Braga.

Abel Ferreira (treinador do SC Braga): “Foi uma vitória justa de uma equipa competente que, desde o início, mostrou ao que vinha, fizemos acontecer, de forma coletiva, dinâmica e com paciência.

[Dyego Sousa já leva 14 golos em todas as provas] Sim, ultrapassou a marca dos 12 golos, é fruto do trabalho dele, da exigência da equipa, da nossa exigência, de um comprometimento dele.

[Alterações a pensar nos vários jogos em poucos dias?] Os melhores a cada jogo. E hoje [sexta-feira] entraram os melhores, o que não quer dizer que os que estejam no banco não sejam bons também, o que tem sido mais difícil para mim é escolher os que ficam de fora.

[Xadas] A minha formação como treinador começou na formação, felizmente numa grande escola, que me permitiu conhecimento e experiência no que são os jovens jogadores. Assisti, também, à formação de um grande guarda-redes que hoje é o número 1 da seleção nacional, perdi alguns jogos e ouvi assobios à conta dele.

Com os jovens jogadores é preciso ter paciência, percebê-los e ajustar expectativas e esperar que eles nos mostrem o que já mostraram.

O Xadas fez três semanas absolutamente fantásticas e o mérito é dele. O talento está lá, manter a consistência é o mais difícil. Lesão? É no pé, mas ainda não sei o que tem ainda.

Falar [no título] é muito fácil, pôr expectativas nos outros é muito fácil. Vamos continuar com esta postura e caráter, o que vai acontecer não sei”.

Nuno Manta (treinador do Feirense):[Como se explica ter sido uma das melhores defesas no início do campeonato e agora sofrer muitos golos?] No início do campeonato, os nossos adversários não conheciam tão bem o Feirense, também há lacunas nos duelos individuais que se refletem em alguns golos. Depois arriscámos ir mais para a frente de ataque e ficámos mais descompensados em termos defensivos e temos sofridos bastantes golos.

A mudança de guarda-redes não teve nada a ver com os golos sofridos senão teria que mudar muitos jogadores. Foi meramente uma opção técnica e tática para o jogo.

A nossa primeira parte não foi boa, o Feirense voltou a ter duas partes distintas, na primeira o Braga jogou como quis, a seu bel prazer, no nosso meio campo, não fomos agressivos nem competentes a nível defensivo e, ofensivamente, também perdíamos rapidamente a bola.

Ao intervalo, retifiquei alguns comportamentos, já tivemos mais agressividade nos duelos individuais e criámos mais situações de golo e foi por isso que só mexi ao terceiro golo”

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